Pelas minhas primaveras
Fui sorrindo pelas ruas
Levando alegria
Para as vidas suas.
Pelos verões que passei
Carinho a todos espalhei
Aqueci meu coração
Com fé e oração.
Pelos outonos vivi
Despetalando canções
Frutificando apenas
As sementes das boas emoções.
Alguns invernos presenciei
Nunca meu coração congelei
Aqueci-o com alegria
E com o amor de Deus que vivia.
DUC MEDEIROS
quinta-feira, 23 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
AMOR DE AMIGO
Amor de amigo é
Amor de graça, gratuito,
Sem vê nem pra quê,
Com a doçura do vento que vai e volta,
Com o calor do sol que nunca acaba,
Com o perfume do tempo que sempre parece fresco,
Com a suavidade da saudade que traz boas lembranças.
Amor de graça, gratuito,
Com a gratuidade do primeiro olhar
Repentino como o primeiro beijo
Surpreendente como uma gargalhada
Relaxante como um sorriso.
Amor de graça, gratuito,
Com a graça de riso fácil,
Com a singeleza da lágrima de amor,
Com a leveza da juventude.
Amor de amigo
É mais do que querer
É viver sem expectativas
As emoções que surgirem
Pois sabe que amigo tem eternidade
De uma vida sem fim.
DUCI MEDEIROS
Amor de graça, gratuito,
Sem vê nem pra quê,
Com a doçura do vento que vai e volta,
Com o calor do sol que nunca acaba,
Com o perfume do tempo que sempre parece fresco,
Com a suavidade da saudade que traz boas lembranças.
Amor de graça, gratuito,
Com a gratuidade do primeiro olhar
Repentino como o primeiro beijo
Surpreendente como uma gargalhada
Relaxante como um sorriso.
Amor de graça, gratuito,
Com a graça de riso fácil,
Com a singeleza da lágrima de amor,
Com a leveza da juventude.
Amor de amigo
É mais do que querer
É viver sem expectativas
As emoções que surgirem
Pois sabe que amigo tem eternidade
De uma vida sem fim.
DUCI MEDEIROS
sexta-feira, 20 de março de 2015
QUE
Que as portas da prosperidade se abram,
Que as janelas do amor deixem entrar afetos sinceros,
Que as frestas da saúde estejam em toda parte,
Que o alicerce da fé te sustente,
Que as paredes dos familiares te protejam,
Que o conhecimento seja teu piso,
Que os amigos te tragam puxadinhos como abrigo e ...
Que Deus seja teu telhado
Te protegendo da chuva das dores,
Te mostrando o sol dos caminhos e
Sendo sempre teu abrigo.
DUCI MEDEIROS
Que as janelas do amor deixem entrar afetos sinceros,
Que as frestas da saúde estejam em toda parte,
Que o alicerce da fé te sustente,
Que as paredes dos familiares te protejam,
Que o conhecimento seja teu piso,
Que os amigos te tragam puxadinhos como abrigo e ...
Que Deus seja teu telhado
Te protegendo da chuva das dores,
Te mostrando o sol dos caminhos e
Sendo sempre teu abrigo.
DUCI MEDEIROS
sábado, 28 de fevereiro de 2015
RUBRO SANGUE
Quero a cor do rubro sangue
Que alimenta a vida
Que banha o horizonte no poente
Que ferve dentro da gente.
Ela sobe a cabeça
Para alimentar a leoa
Fazer crescer a força
Espantar a escuridão da moça.
O sangue que desce
Suave pela face
A lágrima adormece.
Quero que essa cor
Traga o amor
Leve embora a dor.
DUCI MEDEIROS
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Poesia
Doce afago do vento
Suave calor de um sorriso
Timbre adocicante de uma gargalhada
Toque suave de um beijo.
Poesia
Conversa ao pé do ouvido com a natureza
Diálogo silencioso com a alma
Solilóquio inquietante com o tempo
Monólogo silencioso com as emoções.
Poesia
Onde o passado se apresenta
O presente borbulha
E o futuro mostra sombras.
Poesia
Verdade que toca o espírito
Desvenda as dores
Suaviza os silêncios.
Poesia
Fala-me teus segredos
Conta-me meus mistérios
Atualiza-me os meus desejos.
Silencia minhas dores.
Poesia
O que és tu?
És apenas a voz do mundo
Ou o silêncio do homem?
DUCI MEDEIROS
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
CAVERNAS DAS LEMBRANÇAS
Quando a cortina do tempo descer sobre o teatro da vida
Quando as rugas das dores fincarem residência em minha alma
Quando as raízes da fé não mais germinarem
Quando a luz da esperança não iluminar meu coração.
A dor se sentirá em casa
As lágrimas desenharão caminhos em minha face
O silêncio fará eco no espírito desolado
E o corpo, sem força, geme.
Neste alvorecer, a tempestade nubla o futuro.
A escuridão apaga as possibilidades
Os trovões ensurdecem a voz da infância
Os relâmpagos iluminam o deserto da dor.
Por que lutar?
Desistir é fácil...
Mas os suspiros da fé
Fazem brilhar o arco íris da esperança.
Nas cavernas das lembranças
Ressuscito a voz da sabedoria
Encontro rasgos de energia
Para resistir ao vazio.
Nestas cavernas das lembranças encontro
O sussurro da inocência
O néctar do sorriso
A doçura da esperança.
DUCI MEDEIROS
domingo, 14 de dezembro de 2014
DESPEDIDA
Um lenço ao vento
Uma lágrima na face
Uma dor na alma
Um coração partido
Assim é a despedida.
Uma lembrança que se apaga
Um amigo que se afasta
Um amor que se perde
Um lugar que se esquece
Assim é a despedida.
Um falar entre silêncios
Um olhar desviado
Um sorriso que se apaga
Uma palavra que se cala
Assim é a despedida.
Um adeus ao que se aprecia
Uma vontade de ficar que me guia
Um instante de dúvida que nos invade
Um abismo que cresce e nos evade
Assim é a despedida.
O dia que vai
A infância que parte
A paixão adolescente se desapercebe
A visão da beleza que se despede
Assim é a despedida.
Toda partida
Anuncia uma chegada
Assim como a morte
Promete um renascer
Adeus, doce e certa despedida.
DUCI MEDEIROS
Uma lágrima na face
Uma dor na alma
Um coração partido
Assim é a despedida.
Uma lembrança que se apaga
Um amigo que se afasta
Um amor que se perde
Um lugar que se esquece
Assim é a despedida.
Um falar entre silêncios
Um olhar desviado
Um sorriso que se apaga
Uma palavra que se cala
Assim é a despedida.
Um adeus ao que se aprecia
Uma vontade de ficar que me guia
Um instante de dúvida que nos invade
Um abismo que cresce e nos evade
Assim é a despedida.
O dia que vai
A infância que parte
A paixão adolescente se desapercebe
A visão da beleza que se despede
Assim é a despedida.
Toda partida
Anuncia uma chegada
Assim como a morte
Promete um renascer
Adeus, doce e certa despedida.
DUCI MEDEIROS
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