Um toque de criança levada
Uma gota de uma adolescente nerd
Um favo de uma mulher madura
Uma promessa de uma anciã rebelde.
Não gosto do que o tempo traz,
Refaz, recria e transforma.
O instante, o momento, o agora
Este sim é o prato a ser degustado.
Duci Medeiros
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
SOMBRAS DO QUE SOU
Pelas sombras da noite, ando pensando nos dias.
Dias entre os braços maternos numa noite tempestuosa
Com sorrisos coloridos pela
gargalhada dos amigos de alma
Aquecidos pelos corpos famintos num primeiro leito.
Quero apenas tentar viver aquilo que brota espontaneamente de mim
O sentimento de um cavalo em disparada pela campina
A emoção de uma águia liberta da gaiola.
O pensamento do primeiro raio de luz na noite.
Aceito a lágrima da despedida
Abraço a dor de uma partida
Silencio o gemido da morte sentida
Agasalho o grito do desespero contido.
Pelas sombras da noite, imagino os dias.
Dias entre a solidão desejada e
a paixão sofrida
Com sussurros ditos com íris de
alegria
Aquecidos por silêncios entre palavras mal ditas.
Quero somente tentar ser aquilo que existe em mim.
Sem afetar a pessoa que está em ti.
Porque tenho o direito de ser
O que eu tenho e posso viver.
DUCI MEDEIROS
quinta-feira, 23 de abril de 2015
NOVAS PRIMAVERAS
Pelas minhas primaveras
Fui sorrindo pelas ruas
Levando alegria
Para as vidas suas.
Pelos verões que passei
Carinho a todos espalhei
Aqueci meu coração
Com fé e oração.
Pelos outonos vivi
Despetalando canções
Frutificando apenas
As sementes das boas emoções.
Alguns invernos presenciei
Nunca meu coração congelei
Aqueci-o com alegria
E com o amor de Deus que vivia.
DUC MEDEIROS
Fui sorrindo pelas ruas
Levando alegria
Para as vidas suas.
Pelos verões que passei
Carinho a todos espalhei
Aqueci meu coração
Com fé e oração.
Pelos outonos vivi
Despetalando canções
Frutificando apenas
As sementes das boas emoções.
Alguns invernos presenciei
Nunca meu coração congelei
Aqueci-o com alegria
E com o amor de Deus que vivia.
DUC MEDEIROS
quinta-feira, 16 de abril de 2015
AMOR DE AMIGO
Amor de amigo é
Amor de graça, gratuito,
Sem vê nem pra quê,
Com a doçura do vento que vai e volta,
Com o calor do sol que nunca acaba,
Com o perfume do tempo que sempre parece fresco,
Com a suavidade da saudade que traz boas lembranças.
Amor de graça, gratuito,
Com a gratuidade do primeiro olhar
Repentino como o primeiro beijo
Surpreendente como uma gargalhada
Relaxante como um sorriso.
Amor de graça, gratuito,
Com a graça de riso fácil,
Com a singeleza da lágrima de amor,
Com a leveza da juventude.
Amor de amigo
É mais do que querer
É viver sem expectativas
As emoções que surgirem
Pois sabe que amigo tem eternidade
De uma vida sem fim.
DUCI MEDEIROS
Amor de graça, gratuito,
Sem vê nem pra quê,
Com a doçura do vento que vai e volta,
Com o calor do sol que nunca acaba,
Com o perfume do tempo que sempre parece fresco,
Com a suavidade da saudade que traz boas lembranças.
Amor de graça, gratuito,
Com a gratuidade do primeiro olhar
Repentino como o primeiro beijo
Surpreendente como uma gargalhada
Relaxante como um sorriso.
Amor de graça, gratuito,
Com a graça de riso fácil,
Com a singeleza da lágrima de amor,
Com a leveza da juventude.
Amor de amigo
É mais do que querer
É viver sem expectativas
As emoções que surgirem
Pois sabe que amigo tem eternidade
De uma vida sem fim.
DUCI MEDEIROS
sexta-feira, 20 de março de 2015
QUE
Que as portas da prosperidade se abram,
Que as janelas do amor deixem entrar afetos sinceros,
Que as frestas da saúde estejam em toda parte,
Que o alicerce da fé te sustente,
Que as paredes dos familiares te protejam,
Que o conhecimento seja teu piso,
Que os amigos te tragam puxadinhos como abrigo e ...
Que Deus seja teu telhado
Te protegendo da chuva das dores,
Te mostrando o sol dos caminhos e
Sendo sempre teu abrigo.
DUCI MEDEIROS
Que as janelas do amor deixem entrar afetos sinceros,
Que as frestas da saúde estejam em toda parte,
Que o alicerce da fé te sustente,
Que as paredes dos familiares te protejam,
Que o conhecimento seja teu piso,
Que os amigos te tragam puxadinhos como abrigo e ...
Que Deus seja teu telhado
Te protegendo da chuva das dores,
Te mostrando o sol dos caminhos e
Sendo sempre teu abrigo.
DUCI MEDEIROS
sábado, 28 de fevereiro de 2015
RUBRO SANGUE
Quero a cor do rubro sangue
Que alimenta a vida
Que banha o horizonte no poente
Que ferve dentro da gente.
Ela sobe a cabeça
Para alimentar a leoa
Fazer crescer a força
Espantar a escuridão da moça.
O sangue que desce
Suave pela face
A lágrima adormece.
Quero que essa cor
Traga o amor
Leve embora a dor.
DUCI MEDEIROS
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Poesia
Doce afago do vento
Suave calor de um sorriso
Timbre adocicante de uma gargalhada
Toque suave de um beijo.
Poesia
Conversa ao pé do ouvido com a natureza
Diálogo silencioso com a alma
Solilóquio inquietante com o tempo
Monólogo silencioso com as emoções.
Poesia
Onde o passado se apresenta
O presente borbulha
E o futuro mostra sombras.
Poesia
Verdade que toca o espírito
Desvenda as dores
Suaviza os silêncios.
Poesia
Fala-me teus segredos
Conta-me meus mistérios
Atualiza-me os meus desejos.
Silencia minhas dores.
Poesia
O que és tu?
És apenas a voz do mundo
Ou o silêncio do homem?
DUCI MEDEIROS
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